Crédito com garantia é saída contra alta da dívida
A inadimplência no sistema financeiro brasileiro registrou a maior alta dos últimos três anos, atingindo 4%, segundo dados do Banco Central repercutidos pela CNN Brasil. Esse cenário ocorre em um contexto de elevação dos juros e aumento do crédito às famílias, pressionando o orçamento doméstico.
A combinação de juros altos e expansão do crédito sem garantia tem alimentado o aumento da inadimplência e o endividamento das famílias. Nesse contexto de crédito mais caro e orçamento comprimido, modalidades como o empréstimo pessoal são frequentemente citadas como alternativas para reorganização financeira.
Do lado dos governos locais, iniciativas como a da Prefeitura de Belém oferecem até 90% de desconto em dívidas municipais, segundo o g1. Tais programas de renegociação são uma resposta à pressão que a inadimplência exerce sobre as finanças municipais.
Na prática, para o consumidor comum, a taxa de inadimplência de 4% reflete um orçamento doméstico apertado, com atrasos em contas básicas e uso crescente de crédito caro. Reorganizar dívidas e trocar dívidas caras por mais baratas são passos essenciais para evitar o aumento do endividamento.
Diante desse cenário desafiador, uma das estratégias que ganha relevância é o uso do empréstimo com garantia, que pode reduzir o custo do crédito e ajudar a substituir dívidas mais caras. Essa modalidade pode ser utilizada para concentrar pagamentos e reorganizar o fluxo de parcelas.
Por outro lado, embora mais barato, o crédito com garantia exige planejamento. A inadimplência pode resultar na perda do bem dado em garantia, caso as parcelas não sejam pagas.
Como resume Arthur Bonzi, COO da Juros Baixos, "o crescimento da inadimplência reforça a necessidade de planejamento no uso do crédito, especialmente em um cenário de juros elevados". Iniciativas de renegociação de dívidas devem ser coordenadas com o uso estratégico de crédito com garantia, para evitar um novo ciclo de inadimplência.
À medida que o cenário econômico evolui, a comparação de opções de crédito e o planejamento do uso de empréstimos tornam-se fundamentais para reduzir a inadimplência e recuperar o equilíbrio financeiro.
